Chatbot - Health tech
  • Resenhar e aumentar a retenção no chatbot

    • Estruturando novos menus e jornadas com base na Arquitetura da Informação;

    • Usando recursos nativos do WhatsApp Business para melhorar a interação (botões);

    • Simplificando jornadas e garantindo que as APIs aparecem apenas em momentos estratégicos;

    • Removendo excessos dos textos, tornando a linguagem simples e conversacional;

    • Aplicando as diretrizes do manual de tom e voz que construímos.

    • Figma

    • Jira

    • Miro

    • Confluence

    • Documentações desatualizadas do que estava em produção;

    • Chatbot caindo (timeout) sem que as pessoas usuárias conseguissem passar da saudação;

    • O bot só funcionava por comandos digitados e não tinha tratativa de erros;

    • Menus sem padronização com opções confusas.

O processo

O Chatbot tinha uma função similar a de uma FAQ, com muitos textos explicativos e pouca oportunidade para interação. 

A proposta de melhoria incluía: 

  • Refazer as jornadas usando Arquitetura da Informação e taxonomia para categorizar as opções de menu;

  • Melhorar as integrações com API, diminuindo o tempo de resposta e chances de timeout; 

  • Conteúdo aprimorado com linguagem do dia a dia, sem excessos e facilitando a tomada de decisão.

Arquitetura da Informação

Criando as categorias e subcategorias dos menus


Uma navegação confusa faz as pessoas abandonarem o produto. E esse era o nosso maior problema. 

No menu principal, os assuntos não eram  divididos por categorias e ao acessar uma das opções, era difícil saber de onde veio e para onde estava indo.

Apliquei a dinâmica de card sorting para entender as possibilidades de agrupamento e categorização.  

Discutindo com a PO, identificamos opções repetitivas, pouco ou nunca acessadas e pensamos em redesenhar o menu principal, unificando ou removendo opções. 

Fluxograma do menu principal do chatbot que desenhei. Nele, há dez colunas e em cada coluna há diferentes linhas com subtemas relacionados.
Na segunda imagem, temos o fluxograma do menu principal do chatbot dividido em oito categorias e com linhas com diferentes subcateogorias.

Análise da jornada

Automatizando fluxos e melhorando as jornadas


Com as categorias definidas, mapeamos as jornadas para entender quando era importante transbordar para atendimento humano e quando o autosserviço atenderia as necessidades das pessoas usuárias. 

Essa decisão era muito importante para o negócio, já que muitos pontos de transbordo gera mais gastos para empresa. 

Lemos os comentários da pesquisa CES para encontrar sugestões de melhorias e analisamos quais pontos da jornada tinham maior porcentagem de transbordo. 

Ao longo das jornadas, usamos as opções de botões do WhatsApp Business que estavam disponíveis e integrados. Também criamos uma cascata de erros e tratativas para small talks, para que a interação pudesse ser mais fluída.

Repensando o conteúdo 

Linguagem simples e simplificada

As fraseologias eram escritas por diferentes especialidades, de acordo com a necessidade e urgência do momento. Era comum textos grandes e com um  tom que não se adequava ao canal. 

Apliquei as 4 diretrizes de tom e voz do NN Group para metrificar o comportamento do tom e reforçar a importância da voz da marca ser replicada no chatbot também. 

A partir daí, removi os excessos e priorizei as boas práticas de UX Writing para chatbot.

Resultados

  • Aumento de 77% na retenção líquida;

  • 71% das pessoas usuárias preferiram as novas jornadas;

  • Feedbacks positivos nas redes sociais e na pesquisa CES

O que (ainda) pode melhorar

  • Implementar outros componentes do WhatsApp Business (redirecionador de links)

  • Aumentar a quantidade de autosserviços; 

  • Fazer mais testes com as pessoas usuárias para implementar melhorias em outros pontos da jornada

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